A História
Algumas amizades se expressam em abraços. Outras, em clonagem de identidade digital. Em 2024 — antes da Leve S.A, antes do vault, antes do bot — o Luccas e o Paulo embarcaram em uma operação de psy-op contra o próprio amigo. O alvo: o Twitter do Assad. O método: simples e devastador.
Copiaram a foto de perfil. Copiaram a bio. E — o golpe de gênio — criaram contas com o @ do Assad adicionando underlines no final. @uasabi_, @uasabi__ e por aí vai. A diferença de um caractere que a maioria das pessoas não nota. O tipo de detalhe que faz a diferença entre "é o Assad tweando" e "espera, isso não parece o Assad".
Durante semanas, os dois operaram as contas-clone como se fossem o próprio. Respondiam tweets. Faziam os mesmos comentários que o Assad faria — ou, mais precisamente, comentários que o Assad NÃO faria, mas que eram verossímeis o suficiente para causar confusão. "Criavamos muita controversia no nome dele." O objetivo não era destruir reputações — era gerar aquele tipo específico de caos que só faz sentido entre amigos que se amam o suficiente para se odiarem digitalmente.
O follow-up revela o incidente mais grave: "alguem mandou uma amiga se matar no twitter com o perfil do Assad clonado." Isso cruzou uma linha. É a diferença entre "controvérsia" e "dano colateral". A história não registra se a amiga obedeceu (esperamos que não), mas registra que o Luccas conta isso como parte da narrativa — um reconhecimento tácito de que a brincadeira saiu do controle.
E então, no meio dessa operação de semanas, aconteceu a virada que ninguém esperava. O Alencar — que não era parte da conspiração original — viu uma oportunidade e a agarrou: "roubou o meu handler no twitter e tentou me vender de volta por 100 reais no pix." O Luccas, que estava ocupado clonando o Assad, teve o PRÓPRIO perfil roubado pelo Alencar. O caçador virou caça.
O follow-up esclarece a mecânica: o Luccas trocou de nome no Twitter na mesma época, e o Alencar — atento, oportunista, implacável — pegou o handler original. E então tentou VENDER de volta. Para o Luccas. Por 100 reais. No Pix.
A história termina bem, nos termos do grupo: "rimos muito apesar de problematico e o Assad ficou de boa do jeito Assad dele." O Assad, alvo original da operação, teve a reação mais Assad possível: ficou de boa. Porque o Assad entende que ser clonado pelos amigos é, no fundo, uma forma de homenagem.
O Elenco
- Luccas — co-autor da clonagem. Mente estratégica. Virou vítima no meio da própria operação quando o Alencar roubou SEU handler.
- Paulo — co-autor da clonagem. Parceiro de crime. Sua versão ainda não foi coletada.
- Assad — o clonado. Vítima, mas "ficou de boa do jeito Assad dele" — a reação mais madura e desconcertante possível.
- Alencar — o traidor oportunista. Não participou da clonagem original, mas viu uma janela e roubou o handler do Luccas. Tentou vender de volta por 100 reais. "Uma das maiores covardias da historia", segundo o Luccas. O Alencar ainda não deu sua versão.
Cronologia do Caos
🕐 2024, ~mês desconhecido — Luccas e Paulo clonam o Twitter do Assad
🕑 Semanas seguintes — Operação de impersonação: tweets, comentários, controvérsia
🕒 Durante — Alguém manda uma amiga "se matar" usando o perfil clonado (incidente mais grave)
🕓 Durante — Luccas troca de nome no Twitter. Alencar rouba o handler original do Luccas
🕔 Durante — Alencar tenta vender o handler de volta por R$100 no Pix
🕕 Desfecho — "Rimos muito." Assad "ficou de boa." Amizade preservada.
Teorias da Fandom
- Teoria 1: O Alencar É o Verdadeiro Vilão. O Luccas e o Paulo fizeram uma brincadeira (de gosto duvidoso, mas entre amigos). O Alencar viu uma oportunidade de lucrar em cima do próprio amigo. R$100. No Pix. Isso não é zoeira — é capitalismo.
- Teoria 2: O Assad Sabia o Tempo Todo. "Ficou de boa do jeito Assad dele." E se ele soube desde o primeiro tweet? E se ele deixou rolar porque achou engraçado? E se a amiga que recebeu a mensagem pra se matar era conivente? O Assad é um performer — assistir à própria clonagem pode ter sido o maior entretenimento de 2024.
- Teoria 3: A Linha Foi Cruzada. "Alguem mandou uma amiga se matar" — isso não é engraçado. É o tipo de coisa que, anos depois, vira uma história pra contar, mas no momento foi grave. O fato do Luccas incluir isso na narrativa sugere um nível de honestidade histórica admirável. Eles foram longe demais. Eles sabem. Eles contam mesmo assim.
Status Canônico
A Clonagem do Twitter é a primeira história do vault que se passa inteiramente no mundo digital. Não tem bar, não tem álcool, não tem queda física — tem @, Pix, e psy-ops. Canonizar porque: (1) revela uma dinâmica Luccas+Paulo que não existia em nenhuma outra fonte (eles são co-conspiradores, não só testemunhas do caos alheio); (2) o plot twist do Alencar traindo o Luccas é ouro narrativo; (3) documenta a era pré-Leve S.A, expandindo a timeline do grupo para 2024.
Galeria de Evidências
- Fontes: Fontes/Relatos/Revisado/Luccas 20260611 0401.Md
- Versões: Versão de Luccas — A Clonagem do Twitter